Eu mesmo.
Vejo essa viagem como um reflexo daquilo que ocorre dentro de mim. A mudança foi brusca, em pouco, pouquíssimo tempo. Jamais poderia imaginar que eu viajaria pra Índia. Certamente não estava nos meus planos.
A grande pergunta foi feita:
"Quem sou eu? O que eu estou fazendo aqui?"
A partir desse questionamento começou a jornada para dentro. E é uma longa viagem, tão longa quanto uma viagem pra Índia.
Mas eu encontrei!
Encontrei algo. Encontrei algo que ativou a minha fé. Naquele dia de domingo, suplicando, aos seus pés, eu pedi: "Ajuda-me a dissolver esse orgulho."
E a resposta veio, olhando nos meus olhos, ele disse: "Saiba que eu lhe senti. Eu vou orar por você. Eu sou seu eu mais profundo."
O encontro com o Mestre

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